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FALHAR É CRESCER

A cultura ocidental não tem o hábito de valorizar o erro. Muito pelo contrário. Por isso, muitas estruturas organizacionais são baseados no controle e na observação.

Mas errar faz parte e é muito importante. Pois o erro nos prepara para dar passos maiores, com mais segurança.

No Brasil, nossa cultura nos estimula a ver o fracasso como demérito, enquanto boa parte do mundo o fracasso e seus produtos são escada para o sucesso. “Falhe rápido” é o mantra das maiores startups lá fora.

Em uma de minhas visitas ao Vale do Silício, conheci a d. school, a escola de design thinking da Universidade de Stanford. A filosofia/metodologia deles é bem direta:

“É preciso encontrar algo com que você tem empatia, definir qual é o problema, idealizar um projeto, criar protótipos, testar e verificar os resultados”. Pelas paredes estão frases como:

“Não existe erro. Não tem ganhar ou perder. Só existe o fazer.”

Trecho do livro Viva o Fim do André Carvalhal (@carvalhando) pra nos fazer pensar e entender que falhar é crescer. Quanto mais rápido você se permitir arriscar, testar e errar mais rápido você irá aprender e evoluir. Não existe inovação sem arriscar, e não existe arriscar sem errar.

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